Exercicios que propiciam o desenvolvimento da linguagem
Em grupo os alunos darão continuidade a frase sorteada formando um texto improvisado, usando palavras e gestos.
FRASES:
A noite estava quieta...
Entre a minha casa e a sua ha uma ponte de estrelas...
Noite alta, um bêbado passa cantando...
Abriu a porta lentamente e ...
Minha rua acordou mudada...
Como trabalhar a disciplina Língua Portuguesa de forma lúdica(planos de aulas,avaliações, macetes e textos indicados para o ensino fundamental e médio)
BEM-VINDOS AO BLOG DA PROFESSORA RONY FAIETH.
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quinta-feira, 19 de agosto de 2010
domingo, 15 de agosto de 2010
TEXTOS REFLEXIVOS
A Escola dos Sonhos
Eu queria uma escola que cultivasse a curiosidade de aprender que em vocês é natural
Eu queria uma escola que educasse seu corpo e seus movimentos: que possibilitasse seu crescimento físico e sadio.Normal
Eu queria uma escola que lhes ensinasse tudo sobre a natureza, o ar, a matéria, as plantas, os animais, seu próprio corpo. Deus.
Mas que ensinasse primeiro pela observação, pela descoberta, pela experimentação.
E que dessas coisas lhes ensinasse não só o conhecer, como também a aceitar, a amar e preservar.
Eu queria uma escola que lhes ensinasse tudo sobre a nossa história e a nossa terra de uma maneira viva e atraente.
Eu queria uma escola que lhes ensinasse a usarem bem a nossa língua, a pensarem e a se expressarem com clareza.
Eu queria uma escola que lhes ensinassem a pensar, a raciocinar, a procurar soluções. Eu queria uma escola que desde cedo usasse materiais concretos para que vocês pudessem ir formando corretamente os conceitos
matemáticos, os conceitos de números, as operações... Usando palitos, tampinhas, pedrinhas...só porcariinhas!... fazendo vocês aprenderem brincando...
Oh! Meu Deus! Deus que livre vocês de uma escola em que tenham que copiar pontos. Deus que livre vocês de decorar sem entender, nomes, datas, fatos...
Deus que livre vocês de aceitarem conhecimentos "prontos", mediocramente embalados nos livros didáticos descartáveis.
Deus que livre vocês de ficarem passivos, ouvindo e repetindo, repetindo repetindo, repetindo...
Eu também queria uma escola que ensinasse a conviver, a cooperar, a respeitar, a esperar, a saber viver em comunidade, em união.
Que vocês aprendessem a transformar e criar.
Que lhes desse múltiplos meios de vocês expressarem cada sentimento, cada drama, cada emoção.
Ah! E antes que eu me esqueça: Deus que livre vocês de um professor incompetente.
Para vocês, Professores, meu carinho e minha admiração. abraços pelo dia-a-dia. (Carlos Drumond de Andrade)
Escola é
"... o lugar que se faz amigos.Não se trata só de prédios, salas, quadros,Programas, horários, conceitos...Escola é sobretudo, genteGente que trabalha, que estudaQue alegra, se conhece, se estima.
O Diretor é gente,O coordenador é gente,O professor é gente,O aluno é gente,Cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhorNa medida em que cada um se comporteComo colega, amigo, irmão.
Nada de “ilha cercada de gente por todos os lados”Nada de conviver com as pessoas e depois,Descobrir que não tem amizade a ninguém.Nada de ser como tijolo que forma a parede,Indiferente, frio, só.
... o lugar que se faz amigos.Não se trata só de prédios, salas, quadros,Programas, horários, conceitos...Escola é sobretudo, genteGente que trabalha, que estudaQue alegra, se conhece, se estima.
O Diretor é gente,O coordenador é gente,O professor é gente,O aluno é gente,Cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhorNa medida em que cada um se comporteComo colega, amigo, irmão.
Nada de “ilha cercada de gente por todos os lados”Nada de conviver com as pessoas e depois,Descobrir que não tem amizade a ninguém.Nada de ser como tijolo que forma a parede,Indiferente, frio, só."
Paulo Freire
O Nó
Em uma reunião de pais, numa escola de periferia, a diretora incentivava o apoio que os pais deveriam dar aos filhos. Ela lembrava também que os mesmos deveriam se fazer presentes para os filhos. Entendia que, embora soubesse que a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhasse fora, deveriam achar um tempinho para se dedicar as crianças e atendê-las.A diretora ficou muito surpresa quando um pai se levantou e explicou, na sua maneira humilde, que não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo durante a semana, pois saía muito cedo para trabalhar e o garoto ainda estava dormindo, e ao voltar ele já havia se deitado, porque era muito tarde.Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para poder prover o sustento da sua família. Porém, ele contou que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho, mas que tentava se redimir, indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa, e, para que o filho soubesse de sua presença, dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia, religiosamente, todas as noites, ao beijá-lo.Quando este acordava e via o nó, sabia por intermédio dele que o pai tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o elo de comunicação entre ambos.Mais surpresa ainda a diretora ficou ao constatar que o filho deste pai era um dos melhores alunos da sala.Esta história nos faz refletir muitas e muitas maneiras de um pai se fazer presente, de se comunicar com o filho, e esse pai encontrou a maneira dele. E o mais importante: a criança percebeu isso.Nós nos preocupamos com os nossos filhos, mas é importante que eles sintam, que saibam disso.Devemos nos exercitar nessa comunicação e encontrar cada um a própria maneira de mostrar ao filho a sua presença.E, você, já deu um nó no lençol do seu filho hoje?
Autor Desconhecido
Tempo para os filhos
Um menino, com voz tímida e os olhos cheios de admiração, pergunta ao pai, quando este retorna do trabalho:
- Papai! Quanto o Sr. Ganha por hora?
O pai, num gesto severo, respondeu: - Escuta aqui meu filho, isto nem a sua mãe sabe! Não amole, estou cansado!
Mas o filho insiste: - Mas papai, por favor, diga quanto o Sr. ganha por hora?
A reação do pai foi menos severa e respondeu: - Três reais por hora
- Então, papai, o Sr. poderia me emprestar um real? O pai, cheio de ira e tratando o filho com brutalidade, respondeu:
- Então era essa a razão de querer saber quanto eu ganho? Vá dormir e não me amole mais, menino aproveitador! Já era tarde quando o pai começou a pensar no que havia acontecido e sentiu-se culpado. Talvez, quem sabe, o filho precisasse comprar algo. Querendo descarregar sua consciência doida, foi até o quarto do menino e, em voz baixa, perguntou:
- Filho, está dormindo? - Não papai! (respondeu o sonolento garoto)
- Olha aqui está o dinheiro que me pediu, um real. - Muito obrigado, papai! (disse o filho, levantando-se e retirando mais dois reais de uma caixinha que estava sob a cama). Agora já completei, Papai! Tenho três reais. Poderia me vender uma hora de seu tempo?
"Será que estamos dedicando tempo suficiente aos nosso filhos?"
Autor Desconhecido
Eu queria uma escola que cultivasse a curiosidade de aprender que em vocês é natural
Eu queria uma escola que educasse seu corpo e seus movimentos: que possibilitasse seu crescimento físico e sadio.Normal
Eu queria uma escola que lhes ensinasse tudo sobre a natureza, o ar, a matéria, as plantas, os animais, seu próprio corpo. Deus.
Mas que ensinasse primeiro pela observação, pela descoberta, pela experimentação.
E que dessas coisas lhes ensinasse não só o conhecer, como também a aceitar, a amar e preservar.
Eu queria uma escola que lhes ensinasse tudo sobre a nossa história e a nossa terra de uma maneira viva e atraente.
Eu queria uma escola que lhes ensinasse a usarem bem a nossa língua, a pensarem e a se expressarem com clareza.
Eu queria uma escola que lhes ensinassem a pensar, a raciocinar, a procurar soluções. Eu queria uma escola que desde cedo usasse materiais concretos para que vocês pudessem ir formando corretamente os conceitos
matemáticos, os conceitos de números, as operações... Usando palitos, tampinhas, pedrinhas...só porcariinhas!... fazendo vocês aprenderem brincando...
Oh! Meu Deus! Deus que livre vocês de uma escola em que tenham que copiar pontos. Deus que livre vocês de decorar sem entender, nomes, datas, fatos...
Deus que livre vocês de aceitarem conhecimentos "prontos", mediocramente embalados nos livros didáticos descartáveis.
Deus que livre vocês de ficarem passivos, ouvindo e repetindo, repetindo repetindo, repetindo...
Eu também queria uma escola que ensinasse a conviver, a cooperar, a respeitar, a esperar, a saber viver em comunidade, em união.
Que vocês aprendessem a transformar e criar.
Que lhes desse múltiplos meios de vocês expressarem cada sentimento, cada drama, cada emoção.
Ah! E antes que eu me esqueça: Deus que livre vocês de um professor incompetente.
Para vocês, Professores, meu carinho e minha admiração. abraços pelo dia-a-dia. (Carlos Drumond de Andrade)
Escola é
"... o lugar que se faz amigos.Não se trata só de prédios, salas, quadros,Programas, horários, conceitos...Escola é sobretudo, genteGente que trabalha, que estudaQue alegra, se conhece, se estima.
O Diretor é gente,O coordenador é gente,O professor é gente,O aluno é gente,Cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhorNa medida em que cada um se comporteComo colega, amigo, irmão.
Nada de “ilha cercada de gente por todos os lados”Nada de conviver com as pessoas e depois,Descobrir que não tem amizade a ninguém.Nada de ser como tijolo que forma a parede,Indiferente, frio, só.
... o lugar que se faz amigos.Não se trata só de prédios, salas, quadros,Programas, horários, conceitos...Escola é sobretudo, genteGente que trabalha, que estudaQue alegra, se conhece, se estima.
O Diretor é gente,O coordenador é gente,O professor é gente,O aluno é gente,Cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhorNa medida em que cada um se comporteComo colega, amigo, irmão.
Nada de “ilha cercada de gente por todos os lados”Nada de conviver com as pessoas e depois,Descobrir que não tem amizade a ninguém.Nada de ser como tijolo que forma a parede,Indiferente, frio, só."
Paulo Freire
O Nó
Em uma reunião de pais, numa escola de periferia, a diretora incentivava o apoio que os pais deveriam dar aos filhos. Ela lembrava também que os mesmos deveriam se fazer presentes para os filhos. Entendia que, embora soubesse que a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhasse fora, deveriam achar um tempinho para se dedicar as crianças e atendê-las.A diretora ficou muito surpresa quando um pai se levantou e explicou, na sua maneira humilde, que não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo durante a semana, pois saía muito cedo para trabalhar e o garoto ainda estava dormindo, e ao voltar ele já havia se deitado, porque era muito tarde.Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para poder prover o sustento da sua família. Porém, ele contou que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho, mas que tentava se redimir, indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa, e, para que o filho soubesse de sua presença, dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia, religiosamente, todas as noites, ao beijá-lo.Quando este acordava e via o nó, sabia por intermédio dele que o pai tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o elo de comunicação entre ambos.Mais surpresa ainda a diretora ficou ao constatar que o filho deste pai era um dos melhores alunos da sala.Esta história nos faz refletir muitas e muitas maneiras de um pai se fazer presente, de se comunicar com o filho, e esse pai encontrou a maneira dele. E o mais importante: a criança percebeu isso.Nós nos preocupamos com os nossos filhos, mas é importante que eles sintam, que saibam disso.Devemos nos exercitar nessa comunicação e encontrar cada um a própria maneira de mostrar ao filho a sua presença.E, você, já deu um nó no lençol do seu filho hoje?
Autor Desconhecido
Tempo para os filhos
Um menino, com voz tímida e os olhos cheios de admiração, pergunta ao pai, quando este retorna do trabalho:
- Papai! Quanto o Sr. Ganha por hora?
O pai, num gesto severo, respondeu: - Escuta aqui meu filho, isto nem a sua mãe sabe! Não amole, estou cansado!
Mas o filho insiste: - Mas papai, por favor, diga quanto o Sr. ganha por hora?
A reação do pai foi menos severa e respondeu: - Três reais por hora
- Então, papai, o Sr. poderia me emprestar um real? O pai, cheio de ira e tratando o filho com brutalidade, respondeu:
- Então era essa a razão de querer saber quanto eu ganho? Vá dormir e não me amole mais, menino aproveitador! Já era tarde quando o pai começou a pensar no que havia acontecido e sentiu-se culpado. Talvez, quem sabe, o filho precisasse comprar algo. Querendo descarregar sua consciência doida, foi até o quarto do menino e, em voz baixa, perguntou:
- Filho, está dormindo? - Não papai! (respondeu o sonolento garoto)
- Olha aqui está o dinheiro que me pediu, um real. - Muito obrigado, papai! (disse o filho, levantando-se e retirando mais dois reais de uma caixinha que estava sob a cama). Agora já completei, Papai! Tenho três reais. Poderia me vender uma hora de seu tempo?
"Será que estamos dedicando tempo suficiente aos nosso filhos?"
Autor Desconhecido
domingo, 11 de abril de 2010
PLANO DE AULA DE LINGUA PORTUGUESA PARA O ENSINO MÉDIO
DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA
1º PERÍODO
1º PERÍODO
OBJETO DE CONHECIMENTO:
• Gênero e discurso
• Prática de análise literária
• Conhecimentos lingüísticos
COMPETENCIAS E HABILIDADES:
• Analisar, interpretar e aplicar recursos expressivos das linguagens, relacionando textos com seus contextos, mediante as estruturas das manifestações, de acordo com as condições de produção e recepção.
• Reconhecer em textos diferentes gêneros, recursos verbais e não-verbais utilizados com a finalidade de criar e mudar comportamentos e hábitos.
• Inferir em um texto quais são os objetivos de seu produtor e quem é seu publico alvo.
• Fazer reflexão sobre os textos que lêem, escrevem, falam ou ouvem, intuindo, de forma contextualizada, a gramática da língua, as características de cada gênero e tipo de texto, o efeito das condições de produção do discurso na construção do texto do seu sentido.
• Usar a língua escrita em situações discursivas e diversificada
• Analisar as funções da linguagem, identificar marcas de variantes lingüísticas de natureza sociocultural, regional, de registro ou de estilo, e explorar as relações entre a linguagem coloquial e formal.
• Respeitar e preservar as manifestações da linguagem, utilizadas por diferentes grupos sociais, em suas esferas de socialização; usufruir do patrimônio nacional e internacional, com as suas diferentes visões de mundo; e construir categorias de diferenciação, apreciação e criação.
• Reconhecer o Trovadorismo como a primeira manifestação literária do idioma (galego-português português).
• . Distinguir as cantigas de amigo, amor, escárnio e maldizer.
• . Reconhecer, na Literatura Contemporânea Brasileira, características herdadas das canções medievais
CONTEUDOS BÁSICOS:
• Linguagens entre textos;
• O que é Literatura
• A história da Literatura
• Funções da Literatura
• Os gêneros literários e suas características
• Trovadorismo
• Regras básicas de versificação e escansão
• As diferentes gramáticas
• Língua culta e coloquial
• Adequação e inadequação lingüística
• Noções de variação lingüística
• Figuras de linguagem
• Denotação e conotação
RECURSOS
• Jornais
• Internet
• DVD
• Livro didático
• Músicas
• Vídeo
ATIVIDADES SEQUENCIADAS
• Leitura e análise de textos
• Produção textual
• Exposição de textos produzidos pelos alunos
• Introdução ao estudo da Literatura (gêneros, função, literatura e realidade) através de textos variados
• Leitura, interpretação e comparação entre textos
• Estudo de variações lingüísticas
• Analise de textos conotativos e denotativos
• Identificação das principais figuras de linguagens em textos literários e musicas atual
• Estudo da regras de escansão
ATIVIDADES PERMANENTES
• Leitura pelo professor de textos de diversos gêneros e de jornal.
• Seminário de apresentação dos conteúdos estudados.
• Leitura e escrita de textos
PROJETOS DIDÁTICOS
• Produção de jornal-mural utilizando gêneros textuais diversos
• Analisar a época do Trovadorismo e sua contribuição para as músicas atuais
• Dramatização envolvendo as variedades linguísticas
SUGESTÕES METODOLÓGICAS
• Produzir jornal em grupo e apresentar na turma
• Leitura e comparação de textos
• Elencar textos pertencentes a cada gênero literário identificando as características de cada gênero
• Relacionar os assuntos dos textos literários aos problemas enfrentados pelo homem moderno
• Promover dramatizações
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
I. Domínio das atitudes e valores
• Espírito crítico
• Participação nos trabalhos
• Responsabilidade
II. Domínio das competências e aptidões
• Executar atividades diversas
• Ler e interpretar textos de gêneros textuais diversos
• Produzir textos coesos e coerentes
III. Aquisição de conhecimentos
• Provas
• Trabalhos em grupo e individual
• Seminário _ síntese ou relatório
INSTRUMENTOS AVALIATIVOS
• Produção de texto
• Pesquisas
• Seminário
• Testes escritos
• Trabalho em grupo
• Auto-avaliação
segunda-feira, 29 de março de 2010
PROJETO PARA TRABALHAR tROVADORISMO
PROJETO - "TROVADORISMO"
) Objetivo Geral: valorizando a Literatura de Cordel:
Pesquisar o Trovadorismo, sua influência hoje.
Objetivo Específico:
Analisar a época do Trovadorismo e sua contribuição hoje. Comparar épocas, produzir trovas, baseando-se em épocas remotas, comparar trovadores de hoje e sua semelhança com os trovadores da antiguidade.
) Justificativa:
O século XII legou-nos uma poesia de intenso lirismo. Concebia o amor como um culto; quase uma religião e servia para endeusar a mulher. O dialeto galaico-português era a língua usada pelos trovadores. Esses trovadores, que eram pessoas de cultura, trabalhavam de graça, representando seus trabalhos. Eles deixaram vários tipos de cantigas como: lírico-amorosa e satíricas. Também a Literatura de Cordel deixou-nos grandes influências. Essa literatura impressa existiu em diversos países, como: França,século XIX, Portugal e Espanha até as primeiras décadas do século XX. No Brasil prevalece a forma poética e a prosa.
) Metodologia:
Os alunos farão pesquisa sobre o Trovadorismo; após a pesquisa farão trovas com a orientação da professora. Serão digitados os trabalhos no laboratório de informática. Haverá o momento da Caixa Secreta, durante a apresentação dos trabalhos para a turma. Serão afixadas as trovas no mural da escola.
Materiais
cartazes, revistas, livros, biblioteca e laboratório de informática.
F) a avaliação será feita por meio do desempenho do aluno e apresentação do trabalho para a turma.
quinta-feira, 25 de março de 2010
Gêneros textuais
CONTEUDO:
PRODUÇÃO DE JORNAL ESCOLAR
PRODUÇÃO DE JORNAL ESCOLAR
Objetivos
Identificar os principais gêneros que aparecem nos jornais: editorial, notícias e reportagens.
Conhecer a organização de alguns jornais.
Diferenciar reportagens de outros gêneros encontrados nos jornais.
Localizar as informações principais numa reportagem.
Relacionar as imagens e as legendas numa reportagem.
Destacar as diferentes vozes numa reportagem.
Conteúdos específicosDiferentes gêneros presentes no jornal.
Cadernos dos jornais.
Características das reportagens quanto a assuntos e linguagem.
Papel das imagens e das legendas.
Diferentes opiniões sobre o mesmo assunto.
Identificação das vozes dentro da reportagem.
Material necessário
Diferentes jornais, transparência, retroprojetor, uma folha de papel craft e fita crepe.
Desenvolvimento
O jornal é um portador de diferentes gêneros: textos opinativos (editorial, cartas dos leitores, críticas), notícias, reportagens, dicas culturais, classificados etc. distribuídos em diferentes cadernos. Hoje, os alunos têm acesso a essa linguagem por diferentes formas, inclusive por meio dos telejornais. O trabalho com a leitura desses textos tem como objetivo conhecer essas linguagens para ter uma visão mais crítica do mundo.
O texto de reportagem, tema desta seqüência, é feito com base em pesquisas, entrevistas, levantamento de dados e citações, entre outros recursos. Apresenta diferentes vozes sobre o mesmo assunto e tem linguagem objetiva, clara e baseada na norma culta. Na reportagem, utilizam-se termos que não dão margem a diferentes interpretações. As citações entram entre aspas e as fontes são sempre identificadas. Variados, os assuntos das reportagens são todos aqueles que despertem interesse do leitor.
ATIVIDADE 1 O objetivo desta atividade é identificar o conhecimento que os alunos têm sobre a organização dos jornais. Apresente a seguinte situação: Uma pessoa precisa encontrar no jornal uma informação sobre um acidente de carro. Onde deve procurar? Observe as opiniões dos alunos. Traga para sala de aula diferentes jornais e entregue um exemplar para cada grupo. A primeira tarefa é fazer uma lista dos cadernos do jornal recebido. No fim da atividade, chame um estudante de cada equipe para colocar no quadro a lista dos cadernos encontrados e qual o tipo de assunto de que tratam. Peça que registrem as informações numa tabela com as seguintes colunas:
ATIVIDADE 2 Apresente aos alunos três textos: uma notícia, uma carta de leitor e uma reportagem. Peça a leitura de cada um dos textos. Pergunte aos alunos as diferenças que percebem entre eles e quais os objetivos de cada um. Registre essas primeiras conclusões numa folha de papel craft. Chame a atenção para a reportagem. Se os alunos não souberem o nome desse tipo de texto, informe. Como lição da casa peça que tragam textos que julguem ser reportagens.
ATIVIDADE 3 Organize a turma em grupos e peça que cada um apresente os textos trazidos. Retome o que foi registrado no papel craft sobre as reportagens. Cada equipe deve avaliar se os textos trazidos pelos colegas são reportagens de acordo com o que foi registrado no cartaz. No fim da atividade, solicite que os estudantes apresentem o que cada grupo discutiu. Amplie a lista de características da reportagem.
ATIVIDADE 4 Apresente uma reportagem em transparência ou copiada. Pergunte de qual caderno deve ter sido retirada. Você pode utilizar os jornais que circulam em sua cidade. Liste no quadro-negro as hipóteses dos alunos. Localize com eles no cabeçalho o nome do caderno e a data. Em seguida, peça que eles identifiquem os títulos, os subtítulos e as imagens. Pergunte sobre o que consideram que a matéria tratará. Escreva no quadro-negro. Leia a reportagem junto com os alunos e chame a atenção para as diferentes opiniões que aparecem no texto. Chame a atenção também para o nome da jornalista responsável.Grife as vozes no texto e as informações contidas nele. Terminada a leitura, volte às hipóteses levantadas antes da leitura e veja quais se confirmaram. Discuta o que foi aprendido com a leitura e oriente todos a registrar no caderno. Como lição de casa peça que a turma traga outras reportagens.
ATIVIDADE 5 Retome a atividade da aula anterior e organize duplas. Elas devem ler as reportagens trazidas, completando um quadro com as seguintes colunas:
Título
Jornal
Caderno
Assunto abordado
ATIVIDADE 6 Proponha a leitura de outra reportagem. Terminada a tarefa, peça que registrem em outro quadro, com as seguintes colunas:
Título da reportagem
Jornalista
Assunto principal
Quem foi consultado
No fim, faça a verificação coletiva das atividades. Muito mais do que buscar acertos ou erros é importante dar ênfase aos procedimentos utilizados para encontrar as informações solicitadas. Como lição de casa, os estudantes devem fazer o mesmo com outra reportagem. Sugestão: você pode criar um banco com as reportagens trazidas pela garotada. Use uma caixa para arquivá-las.
Avaliação
Durante a realização da seqüência, registre o desempenho dos alunos de acordo com planilha abaixo:
SEQÜÊNCIA DIDÁTICA DE LEITURA DE TEXTOS JORNALÍSTICOS
Ano:............
Professor(a):.............................
Período de realização: de......../....... a ......../.......
Nome
Identifica diferentes textos publicados nos jornais.
Reconhece características estudadas nas reportagens.
Identifica as idéias centrais nas reportagens lidas.
Identifica as diferentes vozes nas reportagens.
Trouxe os materiais solicitados.
Fez os registros pedidos.
domingo, 14 de março de 2010
"Era uma vez uma galinha branca que punha ovos azuis...
- Ovos azuis? - reclamou a professora, indignada, interrompendo a leitura da minha redacção, enquanto a turma se agitava em risinhos de troça e segredinhos maliciosos.
- Ovos azuis, sim, senhora professora - respondi eu. - A minha galinha põe ovos azuis.
- A menina está a brincar comigo? Já viu alguma galinha pôr ovos azuis? Sente-se imediatamente e faça já outra redacção.
Voltei para o meu lugar, de cabeça erguida, enfrentando a galhofa da turma.
Não baixei os olhos. Apenas os senti escurecer, num desafio.
Durante o recreio fiquei na aula, de castigo. Mas não fiz outra redacção.
Quando, depois do "toque", a professora me chamou para que lesse em voz alta a segunda versão, comecei:
- Era uma vez uma galinha branca que punha ovos brancos, só porque não a deixavam pôr ovos azuis..."
(BALANCHO. Mª José (1992). "A Criatividade no Ensino do Português".Lisboa: Texto Editora.
____________________
- Ovos azuis? - reclamou a professora, indignada, interrompendo a leitura da minha redacção, enquanto a turma se agitava em risinhos de troça e segredinhos maliciosos.
- Ovos azuis, sim, senhora professora - respondi eu. - A minha galinha põe ovos azuis.
- A menina está a brincar comigo? Já viu alguma galinha pôr ovos azuis? Sente-se imediatamente e faça já outra redacção.
Voltei para o meu lugar, de cabeça erguida, enfrentando a galhofa da turma.
Não baixei os olhos. Apenas os senti escurecer, num desafio.
Durante o recreio fiquei na aula, de castigo. Mas não fiz outra redacção.
Quando, depois do "toque", a professora me chamou para que lesse em voz alta a segunda versão, comecei:
- Era uma vez uma galinha branca que punha ovos brancos, só porque não a deixavam pôr ovos azuis..."
(BALANCHO. Mª José (1992). "A Criatividade no Ensino do Português".Lisboa: Texto Editora.
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quinta-feira, 7 de maio de 2009
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